Modo Solo e as permissões
Autonomia com limites que você escolhe — e um piso que nenhuma configuração derruba.
No Modo Solo o agente executa, verifica e corrige sem parar para pedir aprovação a cada passo. O que ele pode fazer sozinho é escolha sua, e há coisas que ele nunca faz.
O que você liga
Três permissões, separadas de propósito:
- Escrever — criar e editar arquivos do projeto.
- Terminal — rodar comandos (instalar, compilar, testar).
- Rede — acessar endereços.
Ler é sempre permitido e não é configurável: sem isso o agente não trabalha.
O piso: o que ele nunca faz
Existe uma lista curta de comandos que são recusados sempre, em qualquer modo e com qualquer configuração — inclusive com o projeto marcado como confiável:
- apagar uma árvore de arquivos inteira (
rm -rf,del /); - formatar um volume (
mkfs,format); - escrever direto num dispositivo (
dd if=); - uma bomba de processos.
A lista é curta por um motivo: ela é só do que não volta. Desligar a máquina e um push --force são destrutivos e recuperáveis, então ficam na lista que você pode editar. Essa distinção é o desenho: quanto eu pergunto é um ajuste; o que eu nunca faço não é.
Projeto confiável é por PASTA
Marcar um projeto como confiável tira as perguntas naquela pasta. Não vale para todo projeto que você abrir depois — inclusive um repositório de outra pessoa que você clonou só para ler.
E um projeto não consegue se dar confiança: a configuração é lida das suas preferências, nunca dos arquivos do projeto aberto. Um repositório que trouxesse a própria autorização escondida num arquivo de configuração seria exatamente o problema que isso evita.
Cota
Ao bater o limite da janela, o agente para e espera o reinício — ou segue com créditos, se você tiver ligado essa chave. Veja Consumo e créditos.