A memória do projeto

O que o agente lembra do seu projeto entre uma conversa e outra, onde isso mora e como você lê.

Uma conversa termina e a próxima começa do zero — é assim que quase toda ferramenta de IA funciona, e é por isso que você repete as mesmas explicações toda semana.

A Sunix guarda o que aprendeu no projeto, em .sunix/memory. São arquivos de texto, no seu repositório, que você pode abrir, editar e versionar como qualquer outro.

O que entra

Decisões e restrições que não dá para deduzir do código: por que uma biblioteca foi escolhida, o que o cliente recusou, qual convenção o time segue, o que já foi tentado e não funcionou.

O que não entra é o que o próprio repositório já responde — estrutura de pastas, o que um arquivo faz, o histórico do Git. Repetir isso na memória custa contexto em toda conversa e envelhece mal.

Como você lê

A página Memória, no seu perfil, mostra as notas e um grafo com as ligações entre elas: uma nota cita outra, e o desenho mostra em que o entendimento do projeto se apoia. Clique numa nota para ler o conteúdo.

Escrita no seu idioma

A nota é escrita no idioma de quem lê. Se você usa a IDE em português, é isso que você encontra ali.

Cada projeto tem a sua

A memória pertence à pasta aberta. Abrir outro projeto mostra a memória dele — o que evita o pior defeito possível aqui, que é o agente aplicar num cliente uma decisão tomada para outro.